Qual é o trabalho da diversidade que não o de ensinar a todos a nova gestão da humanidade.
Que aprendamos então a aceitar e combinar nossas diferenças, de forma que nesse somatório comece a ser gerada a nova raça. Aquela que governará o novo mundo. Uma nova raça com qualidade de vida, com vida de qualidade. Onde a competição seja criativa, construtiva, onde na verdade competição seja substituída por cooperação.
Um novo mundo onde todos se lembrem que nenhum trabalho é degradante; que nenhum trabalho que precisa ser feito está aquém da dignidade de uma pessoa.
Podemos até ter as nossas diferenças, mas que elas sejam puramente contestáveis a uma opinião unilateral, que o não concordar esteja de acordo com nossos desejos e anseios.
Como educar o homem a abraçar todas as diferenças, limitações impostas a sua vida? Uma vez que lhe ensinamos pensamentos excludentes, separatistas?
A noção contemporânea de diversidade como um valor nas relações humanas é resultado da busca de oportunidades iguais e de respeito à dignidade de todas as pessoas. Assim, a diversidade representa um princípio básico de cidadania, que visa assegurar a cada um condições de pleno desenvolvimento de seus talentos e potencialidades. Ao mesmo tempo, a prática da diversidade representa a efetivação do direito à diferença, criando condições e ambientes em que as pessoas possam agir em conformidade com seus valores individuais.
A valorização da diversidade e do pluralismo no mundo contemporâneo é decorrência do reconhecimento cada vez maior da democracia como fator essencial para o aprimoramento das sociedades e da busca de novos padrões de convivência assentados em relações socialmente mais justas.
Praticar e valorizar a diversidade são ações que se traduzem no combate ao preconceito e à discriminação. Entretanto, se é fácil encontrar no senso comum aceitação da premissa de que o preconceito deve ser combatido, é complexo converter essa proposição em mudanças efetivas de culturas, comportamentos, hábitos e rotinas.
